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Gato Pardo

Para quem não conhecia, saiam enquanto é tempo...Para quem já conheceu, puxem duma cadeira...Vem aí a versão 2.0...

Ui, que fazer humor agora é condenável...

 

Sempre fui e sempre serei fã do Rowan Atkinson.

Afinal de contas, criar uma personagem de parcos diálogos e mantê-la fresca durante anos a fio como ele fez com Mr. Bean não é para os pobres de espírito. Isto para não falar de Sir Edmund Blackadder, para aqueles que se recordam um pouco mais além.

Aparentemente, Rowan Atkinson voltou a estar nas bocas do mundo. Tudo por causa de um sketch que metade de população britânica adorou, a outra metade católica fervorosa e demente odiou. Porquê? Bem, porque humor negro e sarcástico não é para todos. E porque os católicos não gostam que se faça pouco de Arcebispos pedófilos, que se compare bandas pop aos discípulos and so on...

Embora muita gente ache que os humoristas escrevem 300 textos enquanto escovam os dentes, fazem as torradas do pequeno almoço e entornam café a ferver nas virilhas, a verdade é que a coisa não funciona assim. Fazer humor dá uma trabalheira. Humor religioso então é uma trabalheira dos diabos (Viram? Demorou-me 10 minutos só a criar esta analogia...Religião? Diabo? Ok, que se lixe...)...

Deixem lá o homem em paz que ele ainda é do melhor que por aí anda...

Soul Notes indeed...

 

Há qualquer coisa de bonito em ver o crescimento musical de uma artista.

Comprei o primeiro álbum da Aurea após ouvir uma faixa. Modéstia à parte, mas o meu background musical dizia-me que havia ali algo (tal como uma Patrícia Vasconcelos), que a miúda tinha uma chama. Não me arrependi minimamente.

O segundo álbum prova que estamos perante um valor seguro da música soul portuguesa. Ao ouvir, fujam dos singles. São excepcionais, mas sou apologista que muitas vezes as maiores surpresas estão nas restantes músicas. "Twice upon a Time" ou "Start Over" são excelentes exemplos. E desfrutem da belíssima versão de "The Only THing That I Wanted".

Já devo ter dito isto meio milhão de vezes mas...

...eu tenho mau feitio.

And i'm damn f*ckin' proud of it!

Hoje colocaram-me a questão se eu realmente sou assim, se me fazia passar por ser assim, se estou a fazer os possíveis por me tornar assim ou se sempre fui assim e estou a aprimorar o mau feitio com os anos...

Basicamente, fiz o habitual. Acendi um cigarro, puxei do meu café, olhei para a pessoa e sorri com aquele escárnio que só eu possuo. A resposta foi esta...

- Ok, já entendi. És assim e gostas...

Aparentemente nos dias que correm, é um acto de má educação ter opiniões próprias. Para sobreviver nesta sociedade hipócrita devemos tão e somente, seguir o resto dos carneiros. Quem vai à frente diz a asneirada que quer e os restantes, anuem em concordância.

Lamento, isso não é para mim. Não discordo pelo simples prazer de discordar mas recuso-me a concordar com algo que sei estar errado desde a base até ao topo. Se me querem crucificar por isso, deviam-me ter contratado para duplo do Diogo Morgado enquanto ele estava a filmar "The Bible".

Aqui deixo três pequenas regras para sobreviverem ao tufão "Gato Pardo".

1- Primeira regra do mau feito do Gato Pardo. Não se fala do mau feitio do Gato Pardo.

2 - Segunda regra do mau feitio do Gato Pardo. Eu não tenho mau feitio. Tenho apenas uma forma verbal de estar a rondar os 9.0 na escala de Richter.

3 - Terceira e última regra do mau feitio do Gato Pardo. There are no f*ckin' second chances. Pisem na bola uma vez, desfrutem do momento. É o primeiro e último.

E agora vou beber mais um café. Porque a noite é uma criança, eu tenho toneladas de coisas para escrever e um disco rígido exterior que se recusa a colaborar...

Estou perplexo!

Descobri hoje que a minha impressora é p*ta fina!

Não aceita tinteiros de marca branca...

Olha que grande gaita. Um tipo recicla tinteiros, tenta poupar uns trocos e depois o periférico maldito recusa-se a reconhecer o tinteiro como digno de a penetrar nas suas entranhas (ok, esta foi provavelmente a analogia mais sexual alguma vez escrita sobre impressoras mas visto que sou eu a escrever, vale tudo menos arrancar olhos...)!

Se eu fosse um gajo com paciência, escrevia à HP a mandá-los para a quinta das tabuletas mas nem me estou para chatear. Verdade seja dita, ando de olho numa LaserJet faz muito tempo.

HP, acabaste de assinar a tua sentença de morte...

Onde mexem, só estragam...

Sou um felino da velha guarda.

Gosto do meu whisky puro, do meu sexo tórrido e do meu cigarro a destilar substâncias nocivas para além de doses cavalares de nicotina.

Logo, não gosto deste novo conceito de cigarros duo. Sim, a nova moda em que se pressiona a base do cigarro e sente-se um suave aroma e mentol. Aliás, já quase andei à bulha com uma das minhas melhores amigas à pala disso porque temos pontos de vista distintos.

Hoje fui comprar o meu habitual maço e só quando cheguei a casa dei pelo engano. John Player, sim. Mas infelizmente Duo.

OK, pensei eu. Quão mau poderá isto ser? Para quem já se vestiu de prostituta e andou de cinto de ligas e saltos altos uma noite de carnaval inteira, isto deve ser canja...

Epá, não é. Na minha óptica, há coisas que simplesmente não se misturam. É um pouco a sensação de estar a ter sexo tórrido com três dinamarquesas e ter ao lado da cama o Gordon Ramsay a gritar instruções com um megafone.

Se vou fumar esta gaita? Não sei. Provavelmente vou plantar no quintal e esperar que cresçam ganzas de pastilhas super gorila...

 

A te(n)são norte coreana...

Ou então não...

Pessoalmente, acho que esta gaita toda de mísseis, testes nucleares, ogivas e cortes de cabelo verdadeiramente ranhosos resume-se a tensão sexual acumulada. Se fosse para vaporizar os EUA, Japão e Coreia do Sul, a coisa já tinha acontecido. Mas como os asiáticos são conhecidos por ter pénis do tamanho de ervilhas, é de esperar que as ogivas nucleares deles tenham dimensões de bolinhas de Chocapic...

As razões pelas quais acredito piamenente que esta crise é um enorme bluff...

 

- Nenhum ditador que se preze com intenções de vaporizar a raça humana tem um corte de cabelo daqueles. Aquilo parece que o gajo adormeceu na relva lá do jardim de casa e o jardineiro passou-lhe com o corta relva por cima.

- A fulano do telejornal norte coreano parece que tem um cabo de vassoura enfiado no traseiro cada vez que pia. Ora, para um país que se diz pronto a disparar sobre tudo que se mexa nas redondezas, tudo que seja menos que uma Judite de Sousa não é aceitável. Torna a coisa pouco credível.

- O homenzinho (sim, a minha Nespresso é maior que ele portanto é mesmo pequenote...) agora de cada vez que aparece na TV anda sempre de ponteiro na mão (pelo menos consegue-se ver, se fosse o outro "ponteiro" amanhã ia haver uma corrida aos oculistas com a população toda a pensar que estávamos pitosgas...). Podia ter uma fatia de pizza, um charuto cubano, mas não...Tinha de ser um ponteiro gigantesco com o qual já o vi quase a tirar umas quantas vistas aos generais que o acompanham...

Bah, tensão, tesão...

Este conflito é o flop mais teatral desde que o La Féria decidiu levar a cabo uma peça de teatro sobre o Peter Pan.

Opinião? Blearghhh....Para ambos, mas com alguma ligeira vantagem para o Peter Pan do La Féria.

 

Uma caixinha catita que permite pesquisar as entranhas dos últimos anos de posts. Muito útil, principalmente porque nem eu já me lembro de metade do que escrevi...

 

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